Parnahyba volta ao Piscinão pressionado e tenta encerrar jejum contra o Sampaio Corrêa
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| 📷Parnahyba em ação © Walter Fontenele |
Sem vencer desde 6 de julho de 2025, o Parnahyba entra em campo neste Domingo (26), às 16h, no Estádio Pedro Alelaf, em Parnaíba, carregando mais do que a obrigação de vencer: precisa dar uma resposta. Pela 4ª rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, o adversário será o Sampaio Corrêa, de São Luís (MA), em um duelo que coloca frente a frente duas equipes que ainda não venceram na competição.
A última vitória azulina já virou lenda urbana. Foi em 6 de julho de 2025, diante do Iguatu. De lá pra cá, o time não conseguiu repetir o resultado positivo, acumulando vexames dentro e fora de casa. Agora, de volta ao “Piscinão”, onde fará seus dois próximos compromissos, o Parnahyba tenta usar o fator local como ponto de virada - e, de quebra, sair da incômoda lanterna.
Do outro lado, o Sampaio Corrêa também vive dias nebulosos. Mesmo com um histórico de respeito no futebol nordestino, à equipe maranhense ainda não venceu na Série D. Soma dois pontos e ocupa a terceira colocação do grupo, mas com um jogo a menos, pois a partida contra o Moto Club, que aconteceria no último Domingo (18), foi cancelada após o toró que atingiu São Luís.
O técnico Francisco Diá vê na pausa uma oportunidade. Sem atuar há cerca de 15 dias, ele aposta na retomada do ritmo e na reorganização da equipe como caminho para iniciar uma reação no campeonato.
No Parnahyba, o discurso é papo reto. O técnico Zé Augusto não esconde a principal preocupação: a falta de eficiência no ataque e as falhas repetidas na defesa, sobretudo nas bolas aéreas. Não é detalhe - todos os gols sofridos pelo time até aqui vieram dessa mesma forma, um problema que já deveria ter sido corrigido e que já deixou de ser circunstancial. Mas corrigir problemas só com treinos. Essa equipe realmente treina?
Se dentro de campo a cobrança já é grande, fora dele o clima também azedou. A torcida perdeu a paciência. Na última derrota em casa, o que era insatisfação virou confronto, com episódios de tentativa de agressão envolvendo torcedores, jogadores e dirigentes. Mais recentemente, durante a transmissão do jogo contra o Maracanã, não faltaram torcedores pedindo a cabeça de Eureliano Barros e Petrarca.
O cenário é de pressão total. Domingo é vencer ou vencer e sabemos que quando uma equipe entra pressionada as chances de dar errado são grandes. Mas como diz o ditado: “Se não quer brincar não desce para o parquinho”.
Por Walter Fontenele | Portalphb


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