Essa é a pergunta que ronda as reuniões de bate papo na Parnaíba. O questionamento em alguns casos já virou até mote para piada, mas o caso é sério e digno de indignação.
Já se passaram dois meses desde que se anunciou o Escândalo do DPVAT envolvendo empresários, militares, médicos e tendo a chefia, segundo a CICO, do ex-presidente da OAB em Parnaíba, Faminiano Machado. Até agora nada foi adiante, antes de continuar vamos abrir parêntese para questionar os nomes dos médicos envolvidos que nunca foram divulgados, quem é que tá protegendo a turma de branco? Também quero saber doutor delegado!
Pra começo de conversa quem quer pegar galinha não diz XÔ, e o que mais teve nesse caso foi informação vazando pelo ladrão, ou melhor pela imprensa e diga-se de passagem que foi lá por Teresina, exatamente onde a história deveria estar apenas na competência da inteligência da polícia, que nessa situação se mostrou mais burra impossível. Aproveitar, para lembrar como atuou a Polícia Federal na Operação Peçonha que amanheceu o dia com a Quadrilha do Cobra, exceto Everardo Sampaio por decisão da Justiça, presa sem qualquer alarde prévio.
A imprensa fez seu papel, afinal alguém me mostre qual é o jornalista que de posse de informações como estas fica calado, errado foi a polícia que liberou antes da hora. Aí foi gente endoidando a pedir habeas corpus preventivo, apresentando atestado para não ser ouvido em distrito até que sem jeito tiveram que fugir. Foi ou não foi Faminiano!? Eu mesmo respondo: FOI SIM! E que lembrem disso os advogados que agora querem revogar a decisão de prendê-lo, alegando que Faminiano não teve o direito de ser ouvido, ora se ele abriu no mundo! Tão achando que a Parnaíba tem fama de parir OTÁRIO? Pois estão ENGANADOS!!!
Aproveito e aplaudo de pé e com assobios a postura do atual presidente da OAB-Parnaíba, Diógenes Meirelles, que disse não ter assinado a tal lista por não concordar com o movimento: “Eu não endosso o abaixo assinado. Acredito que qualquer ato de defesa deve ser nos autos do processo. Não concordo em assinar, mas respeito a mobilização e o protesto”, disse.

