Um dos problemas mais
afligente do Brasil de
hoje é sem sombras de
dúvidas, a questão da
segurança pública que
deixa a desejar aos
anseios da população,
pois em todos os lugares
a violência e a
criminalidade crescem em
proporções imensuráveis
e de maneira
incontrolável pelo poder
público.
Aos olhos do povo,
parece ser a Polícia a
única responsável pela
segurança da sociedade,
quando em verdade tem
essa instituição somente
a função mais árdua de
todas, vez que atua na
linha de frente em
prevenção ao crime ou na
garimpagem de criminosos
e na execução das leis
penais, a fim de
torná-las efetivas ao
exigir o cumprimento das
regras sociais e
solucionar os seus
conflitos.
Assim, durante muito
tempo a problemática da
segurança pública foi
vista apenas como
questão de ordem
absoluta da Polícia,
regida e orquestrada
pelos governos estadual
e federal, sem
participação alguma de
qualquer segmento da
sociedade.
Agora que a epidemia da
insegurança se alastrou
por todo o Brasil a
própria sociedade se
mostra preocupada com o
problema e até já
comunga com o preceito
constitucional de que a
segurança pública é
responsabilidade de
todos, e com isso já se
formam movimentos
diversos que objetivam
maior interatividade com
a Polícia para uma
conseqüente união de
forças de combate ao
crime.
As associações de
moradores e os conselhos
de segurança dos
Estados, bem como, as
diversas organizações
não governamentais já se
conscientizam e devem se
fortalecer cada vez no
sentido de ajudar a
Polícia, na sua árdua
missão de combater o mal
e resgatar a ordem
ferida.
Entretanto, essa
necessária e importante
interação ainda aparece
de maneira emperrada,
pois existe a tradição
arraigada no seio de
grande parte da
sociedade em
generalizar,
colocando-se com regra
ao invés da exceção, que
a Polícia é ineficiente
e criminosa, que todo
policial é ignorante,
arbitrário, violento e
irresponsável, quando em
verdade, de uma maneira
geral, tais
entendimentos não passam
de pensamentos ilógicos
e insensatos, vez que é
dever e obrigação de
todos os nossos
componentes, acima de
tudo, valorar e guardar
as leis do país e, em
assim sendo, não é uma
minoria desvirtuada que
deve superar a grande
maioria dos nossos
valorosos policiais que
trabalham com amor a
causa.