Um
evento de gala ocorreu em Gaza.
O Hamas, organização político-militar que
controla a Palestina, foi o patrocinador de
um casamento em massa para 450 casais.
A maioria dos noivos estava na faixa dos 25
aos 30 anos. Até aí nada demais. O que é
mais estarrecedor nessa história é que a
maioria das noivas tinha menos de dez anos.
O mundo desconhece uma das histórias
mais nojentas de abuso infantil, torturas e
sodomização provenientes do fundo dos
esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do
Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos!
Tudo amparado pelas leis repugnantes
e preceitos religiosos do islamismo radical.
Grandes
líderes muçulmanos, inclusive Mahmud Zahar,
autoridade suprema do Hamas, foram
pessoalmente cumprimentar os casais que
fizeram parte da cerimônia, cuidadosamente
planejada. "Nós estamos felizes em dizer que
vocês nos trazem alegria e felicidade",
falou Zahar aos noivos, todos eles vestidos
em ternos pretos idênticos e pertencentes ao
vizinho campo de refugiados de Jabalia. Cada
noivo recebeu 500 dólares de presente do
Hamas.
As
garotas na pré-puberdade, vestidas de branco
e adornadas com excesso de maquiagem,
receberam bouquets de noiva. "Nós estamos
oferecendo este casamento como um presente
para o nosso povo que segue firme diante do
cerco e da guerra", discursou o homem forte
do Hamas no local, Ibrahim Salaf.
Algumas
fotos da cerimônia documentam parte desta
história sórdida: O Centro Internacional
Para Pesquisas Sobre Mulheres estima que
existam hoje no mundo 51 milhões de noivas
infantis, quase todas em países muçulmanos.
No
Egito, quase 30% destas pequenas noivas são
castigadas regularmente e molestadas por
seus maridos; na Jordânia, mais de 26%
sofrem abuso similar. De acordo com a
UNICEF, todo ano três milhões de garotas
muçulmanas são submetidas a mutilações
genitais.
A
prática da pedofilia teria base e apoio do
islã, pelo menos é o que mostra sua leitura
mais extrema e radical.